Happenings provides references on art events, exhibitions, biennales, art fairs and festivals, with a focus on Abstraction in Action artists and post-90s abstraction from Latin America.
Se conocieron los cinco ganadores de “Buenos Aires – Sitio Específico” el concurso de intervenciones urbanas lanzado el 25 de mayo pasado por el Gobierno de la Ciudad. Cada uno de los ganadores recibirá 250 mil pesos para la realización de los proyectos que serán emplazados en la vía publica antes de fin de año. Los ganadores son: Horacio Zabala por Microcentro; Gabriela Golder y Mariela Yeregui por Distrito de las Artes; Horacio Gallo por Distrito del Diseño; Gaspar Libedinsky por Distrito Tecnológico y Luciana Lamothe por Distrito Audiovisual.
De esta manera, en pocos meses, los habitantes y los turistas que caminen por Buenos Aires podrán encontrarse por ejemplo con un signo entre paréntesis tamaño humano que funciona como un intervalo en medio del fluyo vertiginoso de la calle Florida; subirse a una calesita de bicicletas que funciona a fuerza de pedaleo en el Parque de los Patricios; jugar con un metegol para equipos de once jugadores con los muñequitos tallados a imagen y semejanza de los vecinos de Barracas; reflexionar con los carteles de neón con textos creados por un taller para jóvenes del barrio de La Boca y subirse a una escultura de caños de andamio que se levanta a 15 metros de altura y balconea sobre la confluencia de las avenidas Forest, Corrientes y Jorge Newbery en Chacarita.
Sin dudas, experiencias atractivas y excitantes que invitan a la participación colectiva al mismo tiempo que le suman identidad y atractivo a cinco espacios emblemáticos de la ciudad.
El jurado estuvo integrado por Victoria Noorthoorn, directora del Museo de Arte Moderno de Buenos Aires (MAMBA); Máximo Jacoby, coordinador de Artes Visuales del Centro Cultural Ricardo Rojas; Valeria González, licenciada en Historia del Arte por la Universidad de Buenos Aires; Augusto Rodríguez Larreta, subsecretario de Gobierno de la Ciudad; Patricio Di Stefano, subsecretario de Uso del Espacio Público y Enrique Avogadro, subsecretario de Economía Creativa.
Sobre un total de 108 propuestas recibidas el jurado distinguió también, con menciones de honor, a los proyectos de Luis Terán, Patricio Larrambebere, Fernando Brizuela, Carlos Huffmann, Julián D’Angiolillo y el colectivo Las Sin Futuro, cuyos proyectos serán incluidos en una publicación junto a la obra de los ganadores.
El proyecto de Horacio Zabala se compone de dos volúmenes idénticos, separados entre sí, que visualmente componen dos paréntesis con un espacio entre ellos. El título del proyecto indica y describe la obra misma: en esa esquina de alto tránsito peatonal se emplazarán dos paréntesis enfrentados a una distancia de 1,50 metros. Por su uso en el lenguaje corriente, por su poder referencial y por su sentido figurado, los paréntesis exceden su función específica de signos gramaticales e indican una interrupción por un tiempo o un espacio determinado.
Artists: Carmela Gross, José de Guimarães, Mestre Didi, Kifouli, Siron Franco, Gilvan Samico, Carybé, Juarez Paraíso, Francisco Graciano, Noemisa Batista dos Santos, Benim and Haití.
A serpente sempre capturou a atenção do homem. Poucos animais possuem uma iconografia tão rica, com a presença de arquétipos contrapostos: o bem e o mal; conhecimento e desrazão; a vida e a morte. O Museu Afro Brasil, Instituição da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, envereda pelos caminhos sinuosos das representações artísticas do ofídio, em duas novas exposições simultâneas: “José de Guimarães – O Ritual da Serpente: 10 Guaches inspirados na obra de Aby Warburg” e “A Serpente no Imaginário Artístico”.
As exposições serão inauguradas no próximo dia 6 de setembro, às 13h, e permanecem em cartaz até o dia 7 de dezembro. A entrada é gratuita. Também na data de abertura, o Museu Afro Brasil lançará seu aplicativo para dispositivos móveis, disponível para Android e IOS, com download gratuito na Google Play e App Store. O aplicativo traz informações sobre o Museu, o Diretor-Curador Emanoel Araujo, seu Acervo, disponibilidade de programação cultural atualizada (exposições temporárias e eventos educativos), geolocalização e funcionalidades de audioguia.
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Um dos mais importantes entre os atuais artistas plásticos de Portugal, conhecido pelo uso rigoroso das cores, José de Guimarães apresenta seu mais recente trabalho, realizado especialmente para as comemorações dos dez anos do Museu Afro Brasil. Os dez guaches espelham sua interpretação pictórica da obra do historiador da arte Aby Warburg (1866-1929). O estudioso alemão esteve na América do Norte, no final do século XIX, para pesquisar sobre o “Ritual da Serpente” dos índios hopis.
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“A arte de José de Guimarães é ao mesmo tempo una e múltipla, como o próprio artista que, ao deixar-se contaminar por uma diversidade de culturas, cria uma comunicação e uma identidade mestiças, regenerando padrões e singularidades”, afirma Emanoel Araujo, diretor-curador do Museu Afro Brasil. Ele também assina a curadoria das duas exposições. Essa é a segunda exposição dos trabalhos de Guimarães no Museu Afro Brasil. Em 2006, ele realizou a exposição “África e Africanias”.
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Já a mostra “A Serpente no Imaginário Artístico” capta toda a extensa simbologia da serpente nas artes. Ela é encontrada nas máscaras gueledé, e nas variegadas garrafas e bandeiras do vodu haitiano, que integram a mostra. Suas formas tortuosas inspiraram a visão dos artistas: ela se esgueira na escultura de Mestre Didi, e do beninense Kifouli, reverbera na tela de Siron Franco, e se incrusta na gravura de Gilvan Samico. Estarão expostas também obras de Carybé, Juarez Paraíso, Francisco Graciano, Noemisa Batista dos Santos, além de trabalhos do Benim e Haiti. As obras dessa mostra pertencem ao acervo do Museu Afro Brasil.
Artists: Abbas Kiarostami, Abraham Palatnik, Adenor Gondim, Adrian Cowell, Adriana Pacheco dos Santos, Adriana Souza, Agnaldo dos Santos, Agnès Varda, Alagbês “Oritálaiyè – Encruzilhadas do Mundo”, Alba Liberato, Aldemir Martins, Alejandro Jodorowsky, Alex Andrade, Alex Oliveira, Alexia Riner, Alice Schmidt, Alighiero Boetti, Alisson Silva, Almandrade, Ana Cristina Cesar, Ana Fraga, Ana Rita Queiroz Ferraz, Ana Verana, Anísio de Carvalho, Anna Paula da Silva, Antonello L’Abbate, Antônio Brasileiro, Antonio Santos, Aristides Alves, Arlete Cruz, Arno Schmidt, Arthur Scovino, Babalu, Bakary Diallo, Baldomiro Costa, Ceguêra de Nó, Bárbara Alessandra, Barry Flanagan, Bauer Sá, Beatriz Franco, Benjamin Abrahão, Berklee Interdisciplinary Arts Institute (BIAI), Bernard Venet, Bia Medeiros, Bianca Portugal, Bloco de Hoje a Oito, Bruno Munari, Bule-Bule, Caetano Dias, Camila Sposati, Capitão Ramon Diego, Carla Brandão Zollinger, Carlos Mélo, Carlos Martiel, César Romero, Charbel-joseph H. Boutros, Chico Liberato, Chico Dantas, Clara Domingas, Claudio Manoel, Cláudio Pinheiro, Claudio Costa, Cristiana Tejo, Dalton Harts, Daniel Buren, Daniel Castanheira, Daniel Lisboa, Daniel Marins, Daniel Santiago, Daniela Azevedo, Daniela Guimarães, Danniel Ferraz, Darcy Ribeiro, David Blandy, Dennis Oppenheim, Di Cavalcanti, Diana Valverde, Dicinho, Diego Mauro, Dilson Midlej, Dimitri Ganzelevitch, Documentação Simões, Durval Muniz de Albuquerque Júnior, Eckenberger, Edgard Navarro, Edgard Oliva, Ediane do Monte, Edinízio Ribeiro Primo, Edivaldo Bolagi, Eduardo Witzel, Efrain Almeida, Elias Santos, Elomar Figueira Mello, Emanoel Araújo, Enderson Araujo, Eneida Sanches, Etsedron, Eustáquio Neves, Evandro Sybine, Fabiana Dultra Britto, Fabiane Beneti, Fátima Pombo, Fernando Guerreiro, Fernando Pontes, Flávio de Barros, Florencia Langarica, Florival Oliveira, Fluxus, Francisco Teixeira, Frans Krajcberg, Franz Erhard Walther, Fundação Terra Mirim, Gabriel Vieira, Gaio Matos, Galeria 13, Gary Kuehn, Genaro de Carvalho, Ger van Elk, Geraldo Simões, Gerardo Mosquera, Gerry Schum, Gerson Nascimento, Gianni Piacentino, Gilbert & George, Gilberto Zorio, Gilson Barbosa, Gilson Rodrigues, Gino de Dominicis, Giovanni Anselmo, Giselle Beiguelman, Giulio Paolini, Glauber Rocha, Goli Guerreiro, Grupo Posição, Guilherme May, Gustavo Carvalho, Guto Lacaz, Hamish Fulton, Hansen Bahia, Harald Szeemann, Harry Laus, Hélio Oiticica, Hilda Baqueiro, Hilda Salomão, Humberto Aquino Rocha, Ian Wilson, Ícaro Lira, Ícaro Vilaça, Ieda Oliveira, Inaicyra Falcão, Ingmar Bergman, Isa Trigo, Itaberaba Sulz Lyra, Ivo Foguete, J. Cunha, Jaci Menezes, Jaciara Cruz Acassio, Jaime Fygura, Jan Dibbets, Janaina Conceição, Janilda Ferreira Abreu, Jason Lim, Jean-François Lyotard, Jerusa Pires, João Dannemann, João Omar de Carvalho Mello, Joaquim Lino, Johanna Gaschler, Jomard Muniz de Britto, Jonathan Monk, José Antônio Saja (Ramos Neves dos Santos), José Eduardo Ferreira Santos, José Rufino, José Umberto Dias, Joseph Beuys, Juarez Paraíso, Juca Ferreira, Juraci Dórea, Justino Marinho, Karen Silva, Kaysha Kutner, Keith Sonnier, Klaus Rinke, Laura Castro, Lauren McAdams Selden, Lawrence Weiner, Lênio Braga, Leonardo Alencar, Leonardo Villa-Forte, Lia Cunha, Lia Robatto, Lina Bo Bardi, Lisette Lagnado, Louco (Boaventura de Silva Filho), Luciano Figueiredo, Luis Berríos-Negrón, Luisa Mota, Luiz Ramos, Luiz Jasmin, Lygia Clark, Maninho Abreu, Marcelo Cunha, Marcelo Faria, Marcia Abreu, Márcia Magno, Márcio Lima, Márcio Meirelles, Marcondes Dourado, Marco Aurélio Damasceno, Marepe, Maria Adair, Maria Antonieta Tourinho, Maria Celeste de Almeida Wanne, Maria Célia Pereira da Silva (Terreiro de Mãe Stella), Maria Magdalena Campos-Pons, Mariete Barbosa, Marília Moreira Cavalcante, Marinus Boezem, Mario Cravo Neto, Mario Merz, Marta Argolo, Martha Araújo, Maxim Malhado, Mestre Ambrósio Córdula, Mestre Didi, Michael Heizer, Michael Walker, Milena Travassos, Mitta Lux, Mônica Hoff, Monique Evelle, Movimento Nosso Bairro é 2 de Julho, Myriam Mihindou, Nádia Taquary, Naia Alban, Nanci Novais, Naziha Mestaoui, Negro Davi, Nehle Franke, Neil Leonard, Neville King, Nino Cais, Nuno Ramos, Olga Gómez, Omar Salomão, Orlando Pinho, OSBA, Paraíba da Viola, Pascal Pique, Pasquale de Chirico, Pasqualino Magnavita, Patricia Almeida, Patrick Proctor, Paulo Bruscky, Paulo Meira, Paulo Nazareth, Paulo Pereira, Pedro Filho Amorim, Pedro Marighella, Pedro Archanjo, Perinho Santana, Pier Paolo Calzolari, Piero Gilardi, Pierre Capelle, Pierre Restany, Pierre Verger, Poro, Ramiro Bernabó, Raynolds, Regina Costa, Reiner Ruthenbeck, Renato Fonseca, Renato da Silveira, Rener Rama, Rex Schindler, Richard Long, Richard Serra, Riolan Coutinho, Robert Barry, Robert Smithson, Roberto Dias, Robinson Roberto, Rodrigo Matheus, Roger Buergel, Rogéria Maciel, Rogério Duarte, Rubem Valentim, S. da Bôa Morte, Sante Scaldaferri, Sepp Baendereck, Sergio Camargo, Sergio Guerra, Siron Franco, Solange Maria de Souza Moura, Solange, Tô aberta, Sonia Castro, Sonia Rangel, Stanley Brouwn, Sture Johannesson, Sylvie Blocher, Tata Mutá Imê, Tecco Ribeiro, Terezinha Dumet, Tetine (Bruno Verner e Eliete Mejorado), Thiago Martins de Melo, Thomas Farkas, Tiago Ribeiro, Tobi Maier, Tonico Portela, Torquato Neto, Tracy Collins, Tuti Minervino, Tuzé de Abreu – Alberto José Simões de Abreu, Ulrich Rückriem, Universidade LIVRE de Teatro Vila Velha, Vadim Zakharov, Valerie O’Hara, Vânia Leite Leal Machado, Vauluizo Bezerra, Vieira Andrade, Viga Gordilho, Virginia de Medeiros, Vítor Rios, Wagner Lacerda, Walter de Maria, Walter Smetak, Waly Salomão, Washington Queiroz, Willyams Martins, Yêda Maria, Yoko Ono, Yves Klein, Zé de Rocha, Zé Sergio Gabrielli, Zu Campos, and Zuarte Júnior.
Actions and exhibitions are scattered between Bahia’s Museum of Modern Art (main) and 30 locations in Salvador and other ten cities in the State of Bahia, Brazil.
The 3rd Bahia Biennale (Bienal da Bahia) enters its final phase with all of the 30-plus exhibitions, film cycles and actions spread all over Salvador and the state of Bahia along with several artistic occupations of public and private spaces. Artists in residence unveil their final works, developed since the start of the year, while the ongoing debates about the possibilities of a Biennial model outside of the established system and its markets extend to actual instances of living art.
Camila Sposati digs her Earth Anatomic Theatre in Itaparica Island, where it will stay long after the Biennale is finished, while Nuno Ramos’s Iluminai od Terreiros project explores inaccessible sites of Salvador in one-off interventions offering a unique experience of estrangement and illumination. Teatro Castro Alves’s modernist design, in downtown Salvador, is the locus of an architectural intervention by Luís Berríos-Negrón, and Salvador’s Central Library (Barris) awakens its ghosts with Omar Salomão’s sound installation.
The Archive and Fiction Working Group, curated by Ana Pato, deepens its original proposal to exchange experiences, research and content production about artistic practices and archival procedures. Throughout its workshops, lost archives and collections are being identified and mapped, offering a broad range of materials for commissioned artists (Eustáquio Neves, Gaio Matos, Rodrigo Matheus, Paulo Nazareth, Ícaro Lira, Gisele Beiguelman) to carry out artworks specially designed for the 3rd Biennale. The State Archives, located in a 16th-century building, displays the results of these works together with an exhibition of articles unearthed from the police archives—including Candomblé items confiscated throughout decades of repression of the Afro-Brazilian religion as well as mortuary masks and mummified corpses of cangaceiros(country bandits of the 1920s and 1930s).
The Imaginary Museum of the Northeast spreads its occupation of public spaces with exhibition sets designed to offer a critical alternative to the very concept of the museum: as a privileged space to reinvent and reorganize the past in order to tune it to the public. According to chief curator Marcelo Rezende, “we see the Northeast, the cradle of the ‘Brazilian civilization,’ as a place where actions, ideas and objects from all over the world have set foot, and now we collect the pieces of all this history in different spaces, each dedicated to a particular subject.” The I.M.N. brings together artists from different nationalities, such as Charbel-joseph Boutros (Lebanon), the works of Yves Klein or the German writer Arno Schmidt, interacting with the local production and the cultural heritage of Salvador. As a conceptual centrepiece of the Bienal, theNaturalisme Integral of Pierre Restany, Frans Krajcberg and Sepp Baendereck is regaled with a special exhibition dedicated to the pioneers and followers of environmental art.
The extensive research on a whole generation of Bahia artists working since the 1960s and 1970s brings comprehensive exhibitions of Bahian masters left in the fringes of the art circuit until now: Rogério Duarte, visual guru of Tropicalism; Juarez Paraíso and his cosmic-fiction universe on canvas and other dimensions; the environmental art of pioneer Juraci Dórea; and the psychedelic creations of Dicinho and Edinízio Primo. Borne out of an original research by chief curator Ayrson Heráclito, rare works, previously regarded as long lost, of the PEBA movement, from which some of the most important names of the Brazilian art scene of the last 40 years emerged (e.g Caetano Veloso and Gilberto Gil), have their first significant exposure since the heyday of the late 1960s/early 1970s.
Since May 29, the 3rd Bahia Biennial has offered a privileged ground for artists and creators from 22 countries and several states of Brazil to develop independent works and research, while also spreading contemporary issues and artistic experiences to communities dwelling in the margins of the art circuit. This is not a one-way movement as the actions have furthered the exchange of practices, issues and ideas from different, and sometimes opposite social spheres.
Churches, universities, cultural centres, libraries, Candomblé temples, schools and ateliers host exhibitions, workshops and artistic occupations, offering not only a broad range of visiting circuits but also an active dialogue about spaces and the artistic endeavours interacting within them. It is the process that matters, material or immaterial: Bahia closes a gap of 46 years since its last Biennale was closed by the military regime (1968), and the third edition is proud to bring back to life the spirit of an artistic élan long repressed.
The 3rd Bahia Biennale reaffirms the intentions of the original project: to establish a counter-discourse that is suitable for creating, promoting and establishing alternative routes in the art field, without the need to depend on legitimation from other national and international centres. The Biennale also updates the original project to the current Brazilian and international contexts, where the concepts of center and periphery are being redefined.
The 3rd Bahia Biennale is a project of Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (State of Bahia’s Culture Department), organised by Bahia’s Museum of Modern Art (MAM-BA) through a joint venture between Hansen Bahia Foundation and Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC – Institute for the Cultural and Artistic Heritage). The Biennale curatorship is led by MAM-BA director Marcelo Rezende, assisted by Ana Pato and Ayrson Heráclito (chief curators), Fernando Oliva and Alejandra Muñoz (co-curators).
Image: Nuno Ramos, Iluminai os Terreiros (Set the Terrace Alight). Series of one-off interventions exploring inaccessible sites in Salvador. Photo: Alfredo Mascarenhas.
En la historia del arte, el acto de ver ha sido motivo de investigaciones filosóficas y poéticas como las de Michel Foucault, quien en su estudio de las Meninas de Velázquez, señalaba la enunciación del artista a través de lo no develado. Sin embargo, a partir de la segunda mitad del siglo XX, con la crisis de la imagen fotográfica -por su explotación mediática- y la preponderancia de los lenguajes conceptuales; el cine abrevó las exploraciones poéticas y contemplativas del “ver”, como es el caso del cineasta alemán Wim Wenders, que acuñó la noción de einstellung que hace referencia a la estrategia del ocultamiento que asola al espectador quien se divisa ante la mirada del artista dejándole una incertidumbre de la “realidad” de lo que está viendo.
Leo Marz (Jalisco, 1979), Christian Camacho (Ciudad de México, 1985) y Apolo Cacho (Ciudad de México, 1987) exploran esta noción que les permita ahondar en la relación de obra-visión-espectador a partir de estrategias de ocultamiento en “El acto de ver”.